Alberto Podestá

Seu nome de nascimento é Alejandro Alé. Podestá era sobrenome por parte de mãe. Quando começou a cantar com Miguel Caló, em busca de um nome artístico, ganhou o primeiro: Juan Carlos Morel. Depois, deu a Di Sarli seu nome verdadeiro: Alejandro Alé Podestá e o maestro resolveu seu problema, “batizando-o” artisticamente Alberto Podestá.

Desde pequeno assistia Carlos Gardel nos filmes e então cantava suas músicas sem pensar que ganharia a vida como cantor. Mais tarde, cantaria nos bailes de uma confeitaria de San Juan, chamada Atlántico, e no rádio, acompanhado de guitarras, até que Hugo del Carril o ouviu e incentivou-o a ir a Buenos Aires.
Seu início de carreira com Miguel Caló foi muito enriquecedor. Já com Di Sarli, começou a ficar conhecido por suas inúmeras gravações.

O tango “Alma de bohemio”, escrito quatorze anos depois de composta a música, era até então mais conhecido na voz de Roberto Rufino com a orquestra de Di Sarli. A interpretação desse tango por Podestá teve êxito também junto às orquestras de Pedro Laurenz e Francini-Pontier. Sua forte identificação com esse tango deu-se porque começou a cantá-lo numa época em que todas as músicas eram para dançar e ninguém costumava cantar esse tipo de tema. O resultado disso é que as pessoas gostaram e a partir daí, Podestá imprimiu sua personalidade.

Parte 1

Parte 2

Parte 3

Crédito: Solo Tango

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