Diário de viagem: Montevideo

Chegamos no sete de setembro a Montevideo. Alguns dos que aderiram a viagem, se cantaram pela cidade também cercada pelo “Rio de Plata”. A excursão organizada para o público de Brasília tem o propósito de mostrar que só Buenos Aires oferece tango de qualidade. Neste nomento estamos no Bar FunFun curtindo clássicos do tango na voz de Carlos Pecoy. A cidade está linda! Aos poucos compartilho com vocês as novidades. Um beijo!

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Na Dança dos Famosos…

Ellen Roche e Marcelo Amorim durante os ensaios. Foto: Globo.com

Você já assistiu o quadro Dança dos Famosos, apresentado durante o Domingão do Faustão? O professor Marcelo Amorim está na nova edição, como instrutor e participante. Ao lado de Ellen Roche, modelo e atriz, o nosso representante de Brasília se destaca entre os competidores.

Se você ainda não teve oportunidade de assistir não é problema. Abaixo veja o vídeo da primeira apresentação!

Vamos torcer para que Brasília e Marcelo ganhem mais destaque na dança. Forte abraço ao nosso representante e sucesso!!

No site do Marcelo Amorim, você acompanha em tempo real os comentários e curiosidades sobre os bastidores. Acesse, clique aqui

Primeira apresentação de Marcelo Amorim e Ellen Roche. Ritmo: Disco.

Grupo Illuminare apresenta Dança: No Ritmo da Vida

 

Dança: No ritmo da Vida

“Uma história de luz, sofrimento e amor”

O espetáculo “Dança: No ritmo da vida” se apresenta hoje (21) e amanhã no Teatro dos Bancários às 21 horas. O projeto é idealizado por Daniela Pascual e Cledson Gomes inova o circuito cultural de Brasília, com música, dança e teatro.

Além de ser baseado no filme Moulin Rouge o espetáculo traz no enredo fatos reais. Conta a história de uma jovem, o envolvimento com drogas, o cabaré e a vida mundana das ruas. A personagem Sofia descobre o amor, a música, a poesia, o palco e a paixão pela dança, que a resgata de volta para uma vida cheia de esperanças.

A iniciativa do espetáculo surgiu a partir do projeto Illuminare Tango, formado por dançarinos profissionais e por pessoas que nunca antes tinham tido qualquer tipo de contato com o ritmo. Foram quatro meses de aulas de tango e de aulas extras. Como encerramento, o corpo de baile formado por mais de vinte alunos farão a apresentação baseado no tango do filme Moulin Rouge.

Diversos profissionais da cidade se envolveram no espetáculo. Professores de expressão corporal, teatro, dança de salão, ballet, street jazz e contemporâneo. Entre eles, Fernanda Fiuza, Oscar Ricarte, Daniela Pascual, Cledson Gomes, Vitor Avelar, Graziela Bastos e os professores convidados, Alex Gomoes e Rodrigo Mena Marreto, responsáveis pela direção dos ensaios gerais.

 

Dança: No Ritmo da Vida. Uma história de sofrimento, luta e amor

 

Datas: 21 e 22 de outubro de 2010 (quinta e sexta)

Horário: 21 horas.

Categoria: Dança, teatro e música

Elenco Principal: Grupo Illuminare

Direção Geral: Daniela Pascual

Ingressos: R$ 30 (inteira)

Patrocínio: Petrobrás

Produção: Imagine Eventos Inteligentes

Local: Teatro dos Bancários
Endereço: EQS 514/515 – Asa Sul

Cidade: Brasília -DF

 

Essência e atualidade do tango dançado, uma entrevista densa

La Porteña Tango/Entrevistas/Póker de Damas

Uma mesa redonda entre quatro mulheres, conhecidas profissionalmente pelo prestigio e trajetória, nos deu a oportunidade de resgatar o mais gostoso de uma conversa acerca da paixão que as une: o tango e a milonga. Em um encontro promovido por La Porteña Tango reuniu Olga Besio, Elina Roldán, Suzana Rojo e Enriqueta Kleinman. Elas falaram sem voltas sobre o baile, os bailarinos, a história e a atualidade do tango.

La Porteña Tango Pode-se dizer que algumas de vocês – não todas – são parte da geração que surgiu antes do espetáculo “Tango Argentino”, ou pelo menos nessa época. Depois veio o Tango x 2, a companhia Zotto e Milena Plebs, que revolucionou o baile desde o tango cenário (palco) também.

Suzana Rojo- Claro, bom. Eu formei parte do Tango x 2. De fato,  foi efetivamente uma revolução.

Enriqueta Kleinman – Para mim, vendo o tango argentino em Nova Iorque me deu uma agitação interna, eu fiquei encantada. Para a nossa geração foi convocador. Muitas pessoas vieram para dançar o tango a partir daí. E Tango x 2, Miguel Angel Zotto, foi outro momento de tirar o fôlego.

Elina Roldán -Bem, acho que Miguel e Milena foram na dança o que Piazzolla representou na música, uma revolução absoluta. Era impecável. Havia bailarinos de palco e de salão. Te deixava de boca aberta.

Suzana Rojo– Eles foram muito estudiosos. Além de um feito artístico havia um conhecimento das raízes tangueras, era real, havia cenas com muita realidade. Era uma parceria perfeita entre um bailarino do peso de Miguel e a técnica de uma bailarina de escola como é Milena Plebs.

Olga Besio – Em contraposição a isso o que deveriam entender muitos bailarinos que agora fazem tango cenário (palco) é que estão fazendo proveito de uma parte muito pequena porque as possibilidade que oferecem o tango de cenário são infinitas.

Suzana Rojo – Agora se vê muitas coisas aeróbicas… onde se dança tango, mas não “a música” do tango.

Olga Besio– E também em muitos casos, estão mal feitas.

Suzana Rojo – Queria dizer que logo depois desse grande resurgimento que experimentou o tango dançado no exterior a partir do espetáculo Tango Argentino, aqui tinha que ir à milonga para dançar, investigar porque se queria ser bailarina de palco primeiro tinha que passar por essa etapa de ir a uma milonga, ver, experimentar…

Olga Besio – Si, agora isso se perdeu bastante… agora o tango de palco se começa pelo “cenário” e não pelo “tango”.

Enriqueta Kleinman – Tanto é assim que há verdadeiros bons bailarinos de palco- alguns de renome – que não sabem dançar em outro âmbito, como numa milonga.

Elina Roldán – Os grandes bailarinos entre eles Copes, Arquimbau  e mesmo o Virulazo eram dançarinos de salão e depois de muito trabalhar levaram o seu tango para o palco e começaram a montar seus espetáculos.  Ao principio dos 90 no tango em Buenos Aires éramos poucos, vivíamos em milongas. Para ser um dançarino profissional tinham que te chamar e convocar. Agora alguns colocam um quiosque, montam algo mais ou menos, vão ao exterior.

La Porteña TangoAgora isso mudou drasticamente. Tem muito mais gente, muito mais milongas, mais professores e mais gente dançando e querendo aprender a dançar.Também aumentou a quantidade de gente que se dedica ao tango de palco.

Elina Roldán – O que se passa agora é que a camada de pessoas novas não sabe trabalhar em grupo, são todos individualistas, não?

Suzana Rojo – Em muitos casos não se dança o tango como deve ser. Claro, tem pautas, sabem passos, figuras, mas o tango não existe, não se vê em sua dança. Outra coisa que acontece entre os dançarinos de palco agora é que não tem personalidade. Os casais são todos iguais, dançam iguais umas as outras.

Enriqueta Kleinman – O abraço é o núcleo dessa comunicação que deve se dar entre dois pessoas que dançam tango. Porque requer entrega que outras danças não pedem.

La Porteña Tango -Como havia dito o maestro Juan Carlos Copes “ o mistério do tango está no abraço”

Olga Besio – Tanto no abraço verdadeiro como no construído (como posição de braços)… Esse é um dos problemas que temos no tango mais recente. Porque muitas vezes é um abraço falso. Aberto ou fehado mas tem que ser verdadeiro. Ombro a tal altura, o cotevelo em outra, a mão em outra posição e todas essas coisas descritas que as vezes são ensinadas, seguem uma rigidez que não tem nada a ver com o abraço do tango, que é sobretudo e em primeiro lugar um abraço verdadeiro, coisa de seres humanos, não de geometria.

Elina Roldán – Claro que são os falsos mandamentos do tango. Como comecei como bailarina profissional se dizia que do tango de palco “você se põe aqui e se move assim”. Nós começamos a investigar depois, porque se ensinava mal e se dançava em linhas rígidas. Começamos a buscar uma pedagogia para não repetir aquilo que não acreditávamos.

La Porteña Tango– A geração de vocês foi a que começou a buscar um método para ensinar a dançar?

Elina Roldán – Fomos autodidatas.

Olga Besio – Teve um momento que lamentavelmente que uma grande parte transmitiu os erros de alguns que diziam coisas e estabeleciam pautas que depois outros repetiram e que nem sempre eram corretas. Coisas como repetir de memória o “passo básico”, o abraço em noventa graus e outros pré-conceitos. Isso é basear o ensinamento em esquematizar e repetir, esquecendo o essencial.  Um bom professor deve transmitir verdades fundamentais, não verdadeiras exteriores ou superficiais. Deve transmitir em momento oportuno – não antes e nem depois – de da maneira adequada ao aluno.

La Porteña TangoAgora com a enorme quantidade de professores que existe esses problemas continuam?

Olga Besio – Nesses últimos anos existe uma nova situação. Por um lado, há muita gente ensinando sem saber o suficiente (nem de tango e nem de ensinamento). Por outro lado, agora há muitas maneiras, o que poderia ser bom, mas continuam certos clichês que são muito piores e também há um montão de clichês novos.

La Porteña TangoQuais por exemplo?

Olga Besio – O que falamos do abraço é um deles, já não com o mandamento dos noventa graus, pero se diz “mantenha essa postura e se mantenha durante toda a música”, ou certas maneiras de colocar a coluna… se escuta muitas coisas como essas.

Suzana Rojo -Há muitos métodos, mas poucos resultados. Dançarinos com grandes condições que não chegam a construir a sua dança como algo verdadeiro.

Olga Besio – Isso porque não entendem que o tango é algo natural. O abraço é algo que se dá entre as pessoas.

La Porteña Tango -Como um homem deve dançar o tango para que a mulher goste de dançar com ele?

Elina Roldán– Isso já é muito particular. É de cada uma. É como na vida. Você não se dá bem com todo mundo. Há uma empatia que você tem com alguns e com outros não.

Enriqueta Kleinman -Há homens ao olhar somente pela aparência você não dá nada e não parecem uma maravilha. Mas quando dança com eles sente algo diz “como dança esse homem”. Algo sólido, que te dá confiança. Um dançar muito à terra, com aprumo, com sensibilidade. Se estabelece um vínculo.

Elina Roldán– Um tempero interessante que eu sempre gostei é quando o homem sabe em que pé está.

Enriqueta Kleinman – Se não sabe, não sabe dançar.

Olga Besio – Isso tem a ver com os maus professores e maus alunos.

La Porteña Tango – Quem são os maus alunos?

Suzana Rojo – Os que vão para aprender de memória, por exemplo.

Elina Roldán – Eu tive alguns alunos que anotavam em um papel tudo que o diziam, tinham toda a aula escrita em um caderno. Eu sempre dizia a eles para não anotar nada. “Entreguem-se, porque se não não vão entrar nunca na verdadeira dimensão do tango”, era o que eu lhes dizia frequentemente.

Olga Besio – É a diferença de tomar o tango somente como aprendizagem ou tomá-lo como um feito vivido.

Elina Roldán – Se em uma aula só ficou o passo é certo que não aprendeu nada. O verdadeiro é que você experimente algo, sensações distintas. Isso é começar a aprender. Sem dúvida há muita gente que tem uma soberbia e um ego… que deus meu! Se acham Gardel.

Olga Besio– Lamentavelmente há muita gente que vai a uma aula e só registra o passo. Isso é o que eu dizia dos maus professores e maus alunos. A responsabilidade nem sempre é só do professor. É o que dizia Elina…

Que diferenças notam no processo de aprendizagem de alunos extrangeiros e argentinos?

Suzana Rojo – A atitude dos estrangeiros quando aprendem a dançar é lúdica, encaram a aprendizagem para se divertir, para conhecer pessoas. O abraço lhes chama muito a atenção.

Olga Besio – É certo. Mas essa atitude é mais recente nos extrangeiros, mas a camada – digamos- anterior, está contaminada por essa tendência a aprender de memória passos e figuras, firulas sem sentido. No lugar disso, é preciso ensiná-los a abrir os ouvidos o coração. Alguns professores ensinavam – e alguns continuam fazendo – sequências de passos para aprender de memória.

Elina Roldán – Como o caso do oito cortado, uma coisa ridícula.

Enriqueta Kleinman– Há sensações, permanência, enraizamento que os extrangeiros não tem o tango. A verdadeira aprendizagem passa por sua humanidade. Enquanto aqui é uma dança popular, intuitiva… Cerca-los desde a música até a naturalidade do movimento. A partir daí podem construir seu próprio “baile” (modo de dançar). O estrangeiro chega ao tango desde o intelectual ao lúdico. Fora de nosso país é uma dança exótica. Um dos grandes problemas é que muitos professores se dedicam a ensinar aquilo que se vê: figuras, coreografias , saltos – que faz com que todos dancem igual. O professor deve transmitir o que sabe e também deve dedicar a aprender humildemente.

Olga Besio – Quero falar algo em defesa dos maus professores. Não é exclusiva responsabilidade deles. O aluno com o passar do tempo tem que dar conta que algo está faltando e que não o estão ensinando bem.

Esta é apenas uma parte do  artigo publicado no site La Porteña Tango. Para acessar o texto na integra clique aqui

Em breve, curso de culinária argentina com chef Adriano Vasconcelos

FIQUEM LIGADOS

Chef Adriano Vasconcelos da revista eletrônica de Gastronomia Brasília de Dólmã

O Chef Adriano Vasconcelos ministrará no próximo mês curso de culinária argentina. A primeira Noche Porteña será no espaço gourmet do Bar do Mercado Municipal, com jantar, vinhos e atrações culturais.O blog Tango Candango trará novas informações. Acompanhem.


Tango no Barcelona

Boa música, gente bonita e muito tango. Esse foi o clima da primeira milonga no bar e restaurante Barcelona, realizada no dia 1º de setembro.

A proposta da produtora Lara Campedelli e do empresário Eduardo da Agenda Latina é trazer um pouco da cultura e do tango rioplatense para Brasília. Contam com o apoio da Embaixada Argentina e já estão planejando novas atrações para o próximo mês.

Segundo Lara Campedelli, o Bar Barcelona foi escolhido para oferecer  A Noite de Tango,  no mês de setembro, para  presentear o público brasiliense com uma proposta diferenciada.  “A quarta-feira foi o dia escolhido porque percebemos que em Brasília não há nenhum evento de tango durante a semana”, explica ela.

Os organizadores tem a expectativa de realizar a Noite de Tango duas vezes por mês, com dias e horários previamente divulgados para que todos possam apreciar toda a graciosidade e o amor por essa dança que já ganhou o mundo.

Mas setembro ainda reserva surpresas. Na próxima quarta-feira (15) a atração especial fica por conta da apresentação de Oscar Ricarte, com a sua parceira de dança Sther Lobo, a partir das 21 horas. Reservas com a Lara ou o Eduardo. Ligue para (61)9994-1001 ou 9961-1015.  Só serão asseguradas até as 20h30. Couvert opcional por R$10.

Galera invadiu a pista na primeira Noite de Tango. Foto: Lara Campedelli.

Oscar Ricarte e Sther Lobo farão apresentação especial

Serviço:

Noite de Tango

Data: 15/09/2010

Local: Barcelona – 206 sul.

Couvert opcional: R$10.

Apresentação: Oscar Ricarte e Shter Lobo.

Reservas: Lara ou Eduardo.

Contato: (61)9994-1001 ou (61)9961-1015

Mundial de Tango contará com bailarinos do Brasil

Foto: Divulgação

Os brasileiros estão invadindo o circuito tanguero de Buenos Aires. Até o dia 31 de agosto acontece na cidade portenha o Festival e Mundial de Tango 2010.

A participação de profissionais de toda parte demonstra o amor por esse ritmo que ganhou o mundo. O evento é realizado pela Divisão de Festivais do Ministério da Cultura e do Governo da Cidade de Buenos Aires. As atrações são gratuitas. Para alguns eventos é necessária a retirada prévia de ingressos. Aulas, milongas com música ao vivo, exposições temáticas, feira de produtos, shows e muito mais.

Uma das atrações especiais é o Campeonato. Os melhores dançarinos do mundo vão disputar em duas categorias: Tango Salão e Tango Escenário. Para a felicidade dos amantes do tango teremos representantes ilustres este ano. Marco Salomão e Laure Quiquempois foram os primeiros colocados na categoria Salão. Cristovão Christianis e Katiusca Dickow se classificaram na primeira posição em Escenário e em Salão, segundo colocados. Sheila Aquino e Márcio Alexandre ocuparam o terceiro lugar na categoria Escenário.

Eles foram os ganhadores na etapa brasileira, realizada em Curitiba, no mês passado e estão a caminho de Buenos Aires. Os primeiros colocados vão com todas as despesas pagas e não participam da classificatória. Etapa esse que o casal Sheila Aquino e Márcio Alexandre terá que enfrentar.

No próximo sábado (28) os nossos representantes entram na pista. Nos dias subseqüentes os finalistas participam da competição no Estádio Luna Park. Na segunda, disputam os competidores na categoria Tango Salão e na terça (31) Tango Escenário.

Expectativa

Cristovão Christianis em entrevista ao TangoCandango fala da expectativa de participar do Mundial de Tango como representante do Brasil. “Esperamos chegar na final. O nível dos competidores de todo mundo é bem alto. Para ter uma idéia, no ano passado, um casal japonês venceu a categoria salão”, comenta.

Ele diz que a iniciativa de participar veio da parceira e esposa Katiusca Dickow, com quem administra as três unidades da academia de dança Oito Tempos. “Ela é apaixonada por tango assim como eu e o sonho de representar o nosso país em Buenos Aires acabou se realizando”.

A rotina deles é puxada. Além das aulas são eles que cuidam com muita atenção das academias. Aos fins de semana dão intensivos de dança e muitas vezes são impedidos de treinar como gostariam por falta de tempo. Cristovão fala que eles ensaiam por uma hora todos os dias.

Esta é a primeira vez que participam de um campeonato e a conquista do título de primeiro lugar teve um sabor especial. “Já havíamos conquistado o respeito e o reconhecimento do nosso trabalho na dança de salão brasileira. Mas a classificação pode nos relacionar mais ao tango e sermos convidados a participar de mais eventos”, ressalta.

Antes de se despedir Cristovão deixa um recado para os brasileiros que estão na torcida pela representação do país na dança portenha. “Muito obrigado por todas as manifestações de carinho e apoio que temos recebido, continuem torcendo por nós”.

Todos na torcida? Abaixo as fotos dos competidores brasileiros.

(E) Laure Quiquempois, Marco Salomão (D) Márcio Alexandre e Sheila Aquino