Dia da Bandeira

Na Argentina hoje é comemorado o dia da bandeira
Para os 189 anos da morte de Manuel Belgrano é comemorado em 20 de junho, o maior símbolo da nação

A Bandeira da Argentina foi criada pelo general Manuel Belgrano e içada pela primeira vez 27 de fevereiro de 1812, na cidade de Rosário, província de Santa Fe, onde hoje se situa o enorme monumento à bandeira. No meio da luta pela independência das Províncias Unidas do Rio da Prata Belgrano decidiu tomar as cores de azul e branco cocar, que já estava em uso desde a revolução patriótica maio 1810.
A origem da escolha dessas cores é tema de controvérsia. Mas a versão mais segura de que é branco e azul foram usados em favor dos princípios da monarquia constitucional, com o qual coincidiu também Belgrano.

A primeira vez que a bandeira foi levantada em Buenos Aires foi a 23 de agosto de 1812, na torre da igreja de São Nicolau de Bari, atual lugar do Obelisco. A Assembléia Constituinte de 1813 promoveu a sua utilização em segredo, mas não há normas escritas a esse respeito. O Governo não quis sublinhar este ponto com símbolos de independência.

Na sequência da declaração da independência em 9 de julho de 1816, o céu azul e uma bandeira branca era símbolo adotado pelo Congresso em 20 de julho de 1816.

Em 8 de junho de 1938, com a aprovação do Congresso, o presidente da Nação, Robert M. Ortiz, promulgada a Lei 12.361, que estabelece o 20 Junho como Dia da Bandeira e feriado nacional em homenagem a Manuel Belgrano, que morreu em 20 de junho de 1820.

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Para conhecer…

Ozgur Demir

Cidadão turco e residente em Buenos Aires desde 2007. Começou sua vida professional  tango na Turquia. Para ele, o tango é a única maneira de ter uma comunicação plena com outra pessoa, tornando-se um dos dois, não só com o corpo, passos ou música, mas também com as almas! Ele aprendeu os primeiros passos de tango na linda cidade de Eskisehir, onde estudou, em seguida, ele pegou dois workshops com o famoso bailarino e professor turco Metin Yazir. Depois que ele chegou em Buenos Aires, estudou com professores conhecidos como Fabian Salas, Julio Balmaceda, Gustavo Naveira e Frumboli Chicho. Mas foi a prática que aprimorou a sua dança. Atualmente trabalha com Marina Marques, mas também trabalhou com Cecilia Berra por um ano. Atuou em muitas milongas de Buenos Aires como a Practica X, Tangolab, Tangocool, Milonga Louca, Maldita, El Beso e etc.

Em Buenos Aires, deu aulas regulares no no Tango Brujo. Seu trabalho é reconhecido na Europa, com diversos workshop’s em Paris, Amsterdã, Berlim, Basileia, Reykjavik, Stocholm, Moscovo, Bruxelas, Madrid.  O segredo do seu trabalho está em  buscar melhorar e aprender.

Marina Marques

Nasceu em São Paulo, Brasil. Iniciou sua carreira artística aos 11 anos de idade, realizou diversos cursos  incluso teatro. Cinco anos mais tarde se interessou em danças latinas.  Dedicou atenção à dança, realizou diversos cursos e aulas com os mais renomados professores. Até que por fim ganhou o título de professora de forró, samba e zouk. Sua necessidade de prosperidade para aprender coisas novas lhe deu o impulso para estudar dança moderna com a “Cia Raça de São Paulo”.Depois ela se especializou em tango, estudando com Jaime Arôxa, Bolaño Ronaldo e Giovanni Giggio do Brasil. Em seguida, ela se mudou para Buenos Aires e trabalhou a dança com professores muito bem conhecidos e de diferentes estilos do tango para melhorar suas habilidades. Atualmente, ela dá aulas e faz performances com o parceiro por toda a Europa, Argentina e Brasil.

Ozgur Demir e Marina Marques. Foto: Divulgação

 

**Recentemente ministraram workshop na academia de dança Improviso, em Botafogo (RJ). A academia é ministrada por Alice Vasques e André Sampaio. De passagem pelo Rio é lugar obrigatório para visitar.

Informações: Ozgur Demir, site oficial.

Mistura de tango com pilates conquista argentinos

Jornal Hoje/Portal G1

25/03/09 – 16h28 – Atualizado em 25/03/09 – 16h28

Por Carlos de Lannoy – Buenos Aires

O Tangolates mistura duas grandes paixões dos portenhos: tango e aula de pilates, muito popular nas academias de ginástica de Buenos Aires.

O pilates virou uma febre. Por toda parte, academias oferecem os exercícios de alongamento e fortalecimento dos músculos, feitos em aparelhos desenvolvidos especialmente para não comprometer as articulações.

A técnica, que pretende harmonizar corpo e mente, foi inventada pelo alemão Joseph Pilates, no inicio do século vinte. Mais ou menos na mesma época em que o tango dava os primeiros passos nos subúrbios de Buenos Aires

Quase um século depois, uma empresária argentina decidiu juntar as duas coisas. “O tangolates agrega movimentos cardiovasculares, aeróbicos”, diz Tamara di Tella, dona de uma rede de academias em Buenos Aires.

Tamara patenteou a marca. Hoje tem franquias na Europa, Ásia e nos Estados Unidos. A base do tangolates é um aparelho, que permite dezenas de movimentos lentos e respirados e também longos e elegantes passos de tango.

O tangolates começou em um hospital público de Buenos Aires. Foi fazendo exercícios, aproveitando o ritmo forte e marcado do tango, que muitos pacientes passaram a ter uma vida melhor.

Aqui são tratados pacientes com sérios distúrbios neurológicos, muitos vítimas de Alzeimer, ou do Mal de Parkinson, a maioria com mais de 60 anos.

A música ajuda a recuperar as duas coisas que lhes falta: a coordenação e o ritmo.

Médicos dizem que muitos pacientes não perderam a capacidade de fazer os movimentos. Só não lembram de como fazê-los. Mas o ritmo forte da música lhe devolve a lembrança.

“Graças ao tango, mexemos as pernas muito bem” diz Pepita, que quase não andava. “Tangopilates nos faz um bem enorme, quando deixamos retrocedemos e por isso não queremos parar”.

“Eu antes pintava e não podia mexer as mãos para pintar”, lembra Noemi. “Agora faço uns quadros maravilhosos”, afirma.

Em uma das sessões não tem dança, os exercícios são com bolas, aparelhos e música. Mas, no fim, Alina tira Tamara pra dançar.

Crédito: Jornal Hoje

Buenos Aires: A ‘Rainha do Plata’ mostra seus encantos

Por Néstor J. Beremblum – 26.12.2010 às 10:19:00
O Repórter

Final do ano, época de férias, é uma boa oportunidade para viajar. Não muito longe está uma cidade que nos últimos tempos virou destino preferido pelos brasileiros, Buenos Aires. A capital argentina vem sendo invadida por turistas do Brasil todo ávidos por conhecer os segredos e as delícias culinárias dos “hermanos”, e claro, com o câmbio muito favorável, fazer compras muitas vezes a preços de banana em alguns produtos.

“As ruas de Buenos Aires têm esse, sei lá o que, viu?” diz o tango de Mariano Mores, cantado por Roberto Goyeneche que se ouve em qualquer uma dessas livrarias e lojas que vendem CDs da Avenida Corrientes, no centro da cidade. A mais famosa das avenidas portenhas que possui uma mistura de cinemas, teatros e pizzarias, onde os visitantes podem comer até altas horas da madrugada. É a que nunca dorme, como dizem orgulhosos, os nascidos na cidade.
E é que realmente as ruas da cidade capital da Argentina têm uma magia contagiante. Assim como a maioria de seus habitantes, o movimento e a atividade são frenéticas. É um ir vir de pessoas que andam e se atropelam na rua Florida, só para pedestres e que atravessa o centro desde a Plaza de Mayo até a Plaza San Martín, bem em frente do famoso edifício Kavanagh, que fora o mais alto da América do Sul quando se ergueu em 1936.

Buenos Aires é uma cidade com várias regiões para visitar, cada uma com sua própria identidade. Os bairros localizados ao Sul (San Telmo, Montserrat, Barracas e La Boca) são os mais antigos, os primeiros que foram ocupados. Já para o Norte, estão os bairros mais sofisticados como Retiro, Recoleta, onde se localizam os melhores hotéis, Palermo e Belgrano. Desde a última década do século XX, outro ponto turístico entrou na disputa, tanto na hospedagem dos visitantes como na oferta de programas: Puerto Madero.
Ao som do dois por quatro, o ritmo do tango, o visitante precisa andar. Pois conhecer Buenos Aires demanda um certo tempo. Imagine só, se a própria cidade precisou de duas fundações (em 1536 por Pedro de Mendoza e em 1580 por Juan de Garay, o turista deve de ter tempo e disposição para caminhar, olhar e desvendar os mistérios que a cidade possui. Buenos Aires, como todas as cidades que os espanhóis criavam, tinha uma Praça central -a atual Plaza de Mayo- uma igreja, e os prédios da administração espanhola na colônia.

Foi se estendendo para o Sul, por isso os bairros de San Telmo e Monserrat, mais tarde Barracas e La Boca, foram dos primeiros a serem habitados e onde se estabeleceram as famílias mais aristocráticas. Com a epidemia de febre amarela de 1871, essas famílias se mudaram para o norte da cidade.

As famílias “patrícias” -como se chamam àquelas que chegaram no início da colonização- ao deixar suas casas, fizeram o primeiro grande negócio imobiliário, alugando quartos individuais dos casarões aos trabalhadores. Assim, várias famílias conviviam na mesma propriedade. Esses bairros foram os de maior presença negra na cidade. San Telmo oferece muitas atrações, a começar pela arquitetura. Um bairro onde grande quantidade de prédios são tombados, declarados Patrimônio Histórico da Cidade.

De 1970 para cá, o governo portenho se preocupou em preservar e restaurar algumas construções históricas do bairro. Dentre essas, destacam-se: La Casa Mínima, a Feira de Antigüidades, a rua Defensa e os bares ao ar livre da Plaza Dorrego, onde o turista pode assistir a diversos shows típicos e artistas de rua.

É também o local onde há maior proporção de “hostels” e albergues. O preferido pelos turistas europeus para ficar, pela proximidade das muitas casas de tango, onde além de assistir os shows, quem se interessar, pode fazer aulas. E também porque o bairro é um convite a caminhar e percorrê-lo pelas ruas de paralelepípedos, entrar nos já clássicos “Restobares” -neologismo portenho que denomina os estabelecimentos que oferecem o típico café, mas acrescentaram o serviço de restaurante com pratos executivos a preços acessíveis- e fica a 15 minutos a pé de Puerto Madero, da Plaza de Mayo, e perto do bairro de La Boca.
A região que ocupa o bairro de La Boca é onde Pedro de Mendoza fundou pela primeira vez a cidade de Buenos Aires em 1536. Na época da colônia espanhola, era uma localidade aonde chegavam e habitavam os escravos negros em grandes barracões. Depois, com a independência, ali, salgavam-se as carnes que a Argentina exportava junto a oficinas onde se curtia o couro.

Foi o principal porto de Buenos Aires e, no final do século XIX, ainda era o local aonde chegavam a maioria dos navios. Desta forma, o bairro começou a ser habitado por imigrantes italianos, principalmente genoveses, que deram o estilo que é mundialmente conhecido na atualidade.

Em La Boca, são visitas obrigatórias a Caminito, um local restaurado que recria os velhos casarões que albergavam famílias de imigrantes chamados “conventillos”, e que hoje são lojas de lembranças e presentes. Também há cafés, restaurantes, artesanato e, claro, estão os artistas de rua que oferecem “bailar un tango” a caráter para imortalizar nas fotos. Também o bairro tem a famosa “La Bombonera”, o estádio de Boca Juniors, que possui um museu sobre a história do clube por onde passaram, claro Maradona além de Dino Sani, Paulo Valentim e Iarley entre outros brasileiros.
La Boca foi também berço de grandes artistas como Benito Quinquela Martín, um pintor que refletia os trabalhos portuários e o cotidiano do bairro e da população em estilo neo-impressionista e que o museu que leva o nome do artista plástico, era um terreno que em 1933 ele próprio doou para construir um edifício que albergaria uma escola, um museu de arte argentino e no qual também estaria sua própria moradia e ateliê. Ele mesmo decorou as salas com murais. A coleção do museu, que funciona no terceiro andar, foi iniciada por Quinquela Martín e inclui a maior parte da sua obra e a de outros artistas argentinos.

Como é um bairro onde a grande maioria da imigração foi italiana, há abundância das cantinas típicas, onde além de experimentar todo tipo de pratos típicos, ainda poderá desfrutar da música típica com violino e sanfona em um ambiente muito descontraído. Quem for a La Boca, também pode visitar o Museo de Cera, único da Argentina onde se exibem cenas típicas da história do bairro. Outro local que recreia o bairro é o Mural Escenográfico que tem imagens de Diego Maradona, Aníbal Troilo que foi um dos maiores músicos do tango, e Quinquela Martín. Casa Amarilla é uma reprodução da casa do Almirante Guillermo Brown -marinheiro irlandês pioneiro da força naval argentina que participou na defesa do território contra a armada inglesa- onde funciona o Departamento de Estúdios Históricos Navais.

NORTE

Se no centro e no sul da cidade, o tango é o ritmo que predomina, já nos bairros do Norte da cidade a escolha musical é mais eclética e misturada, o estilo é mais “new age”.
Recoleta foi o local onde os primeiros moradores se refugiaram durante a epidemia. O bairro leva o nome em referência aos frades recoletos descalços da Congregação Franciscana. Eles começaram a construir em 1706 o Convento e a Igreja de Nossa Senhora do Pilar, que foram inauguradas em 1732. O cemitério, onde grandes nomes da história argentina, como Evita, estão sepultados também nasceu com o projeto do convento. E foi conhecido como Cemitério do Norte quando o então presidente Rivadavia o expropriou dos religiosos.

Quando as epidemias de cólera e febre amarela na década de 1870 atacaram à população que estava assentada nos bairros da região sul da cidade, as famílias mais ricas decidiram a mudança para locais mais altos –com a ideia que os locais mais altos da cidade reduziria a quantidade de insetos transmissores das doenças- e assim evitar o contágio.

Os novos moradores construíram mansões luxuosas e prédios em estilo francês, cercados por jardins e parques. O bairro evoluiu rapidamente, também ajudado pelo então prefeito Torcuato de Alvear em 1885 quem projetou a Avenida que leva seu nome, e o Puerto Madero. Com a terra das escavações das obras fez o aterro que permitiu que, atualmente, este bairro tenha um conglomerado de parques e praças.
Entre as principais atrações turísticas do bairro se encontram o já mencionado Museo Nacional de Bellas Artes, o Centro Cultural Recoleta, o Buenos Aires Design, o Cemitério, a Igreja de Nossa Senhora do Pilar, “Locos por el Fútbol” um bar temático sobre a grande paixão dos argentinos, Plaza Francia onde existe uma grande feira de artesanato, e numerosos bares, cafés e restaurantes com uma ambientação que lembra Paris, com mesas nas calçadas, e a sensação que o tempo passa mais devagar, sem tanta pressa nem estresse.

Outro dos bairros muito procurados pelo turismo e que possui muitos locais de hospedagem é Palermo. O nome do bairro vem do dono dessas terras. No final do do século XVI, o bairro era um campo de cultivo de frutas e videiras, propriedade de Juan Dominguez Palermo.

Por isso é o setor da cidade que conta com o maior número de espaços verdes em parques, bosques e praças da cidade. Lá convivem os ateliês de arte, as grifes de moda alternativa, os outlet para comprar roupa a melhor preço -chamado Palermo Queens- e, ainda, é um espaço onde há infinidade de alternativas para a boa gastronomia ou simplesmente para sentar em bares e pubs e curtir uma noite bem animada.

Palermo tem vários sub-bairros. Cada um com suas características próprias. Há locais onde prevalecem residências e mansões, Palermo Hollywood -chamado assim pelos estúdios de gravação de cinema e TV e muito frequentado por atores e celebridades-, Las Cañitas que é um pólo gastronômico clássico da cidade, e Palermo Soho, onde o visitante se depara com os já mencionados ateliês e lojas de design e grifes.
Pode-se dizer, que Palermo encarna em pequena escala, o ecletismo da cidade toda. Convivem em harmonia, diversas tribos e costumes. Os amantes do dia, tem a proximidade dos grandes parques, os lagos, o hipódromo, os passeios de bicicleta, cafés literários e os jardins botânico e zoológico. Para os que curtem a noite, pubs, restaurantes da alta cozinha, bares descontraídos -alguns deles com shows ao vivo- cervejarias e lojas de degustação de vinhos.

Alguns locais imperdíveis para quem passar por lá são: a praça Serrano -também conhecida como Praça Julio Cortázar- onde estão os bares “El Taller” e “Crónico”, uma feira de artesanato e muita atividade diurna e noturna.

O Jardim Botânico e o Jardim Zoológico um em frente ao outro, são passeios muito interessantes, assim como o Museu Evita para quem se interessar um pouco pela história argentina. Lá funcionava um lar para os sem teto e para aqueles imigrantes internos que vinham para Buenos Aires à procura de emprego. O visitante poderá conhecer como funcionava o estabelecimento e a obra da controvertida e mítica Eva Perón, em uma amostra bem selecionada e com variados recursos, tais como trechos de filmes, fotografias, documentos, áudios, etc.
Para os passeios ao ar livre, sem dúvida, o maior destaque é para o Rosedal. Um espaço bucólico no centro do Parque Tres de Febrero, onde há um lago e aluguel de botes para remar ou pedalar. Há uma ponte branca que data do século XIX, e que leva ao visitante à ilha central do lago. Também nesse parque estão o Planetário Galileo Galilei e o Jardín Japonês. E, com tempo bom, todo esse percurso é ideal para ser feito alugando bicicletas.

Finalmente, para quem é amante dos cassinos e o jogo, além das corridas de cavalos -onde até bem pouco tempo atrás participava o jóquei Jorge Ricardo- o hipódromo alberga roletas eletrônicas e máquinas caça-níqueis como nos melhores cassinos de Las Vegas.

CENTRO

Puerto Madero é o bairro mais novo da cidade. Baseado na experiência argentina é que está projetada a revitalização do Porto do Rio de Janeiro. Na década dos 90, as 170 hectares que tinham vários donos, todos eles de ingerência estatal, transferiu a totalidade da área para uma nova sociedade anônima e o governo da cidade ficou a cargo da regulamentação do projeto de desenvolvimento urbano.
O mais novo bairro esta divido em 4 Docas: Dique 1, Dique 2 -onde está o famoso Faena Hotel que foi desenhado por Phillip Starck, Dique 3 e Dique 4. Lá o turista encontra restaurantes, lojas, museus, a sede da Universidade Católica Argentina, o buque museu Fragata Presidente Sarmiento, e três grandes e luxuosos hotéis cinco estrelas, o já mencionado Faena, o Sofitel e o Buenos Aires Hilton; além de lojas de degustação de vinhos e outros produtos típicos argentinos. Se de conhecer a noite se trata o programa, Asia de Cuba é a boate para ir até o amanhecer.

Em 2001 foi inaugurado a Ponte da Mulher, obra do arquiteto espanhol Santiago Calatrava. Uma curiosidade é que todas os nomes das ruas e avenidas do bairro são de mulheres importantes da história argentina e latino-americana. E em 2007 o governo portenho inaugurou o Trem do Leste (Tren Del Este) um pequeno metrô de superfície cujo percurso une os extremos norte e sul do bairro, cobrindo as quatro docas que o compõem.
O Abasto é um bairro de Buenos Aires bem interessante. No bairro, foi construído o primeiro mercado de abastecimento de frutas e verduras dentro da cidade, Inaugurado em 1893 com mais de 1.300 m2 inspirado em vários mercados europeus da época como o Mercado Les Halles de Paris ou o Mercat Sant Josep de la Boquería em Barcelona. Hoje é um shopping.

O fileteado, uma técnica pictórica típica do Rio de la Plata, tinha um grande acervo no bairro, junto com o tango. Anos se passaram até que o governo da cidade decidiu restaurar a rua onde Carlos Gardel viveu –era chamado “el morocho del Abasto” (o moreno do Abasto)-, e hoje há locais onde se pode comprar antigüidades, objetos típicos e temáticos sobre o tango, assistir shows e bailes, além de visitar o museu que leva seu nome.

Crédito: O repórter

Viúva, Cristina Kirchner deve voltar ao trabalho na segunda-feira

Portal Terra

29 de outubro de 2010 23h38 atualizado em 30 de outubro de 2010 às 01h55

Em meio à intensa expectativa sobre como será o governo de Cristina Kirchner após a morte do marido Néstor Kirchner, políticos da base governista disseram que ela deverá voltar a trabalhar já na segunda-feira. O líder do governo na Câmara dos Deputados, Agustín Rossi, do partido Frente para a Vitória (FPV), disse, na porta do cemitério, que a presidente está pronta para continuar governando. “O povo pode ficar tranqüilo. A presidente é forte, é uma estadista e tudo vai dar certo.”

O sub-secretário de Imprensa da Presidência, Alfredo Scoccimarro, também afirmou que Cristina voltará a trabalhar na segunda-feira, após passar o fim de semana com os filhos na residência da família em Calafate, província de Santa Cruz. Por sua vez, o ministro do Interior, Florencio Randazzo, afirmou que ela conta com “forte apoio dos governadores e dos prefeitos para continuar governando”.

Cristina não fez declarações a imprensa desde a morte do marido, na quarta-feira. Os dois estavam na casa que construíram na cidade de El Calafate, na Patagônia.

Néstor Kirchner
Néstor Kirchner morreu na última quarta-feira, vítima de um infarto no hospital José Formenti, na vila turística de Calafate, a 300 km de Río Gallegos. O ex-presidente tinha sofrido duas cirurgias no coração em 2009: em fevereiro, por uma obstrução na carótida direita, e em setembro, por um problema na artéria coronária que requereu uma angioplastia.

Nos dois casos, Kirchner ignorou os conselhos médicos que recebeu para que diminuisse a intensidade de suas atividades políticas e evitasse tensões, e seguiu trabalhando como deputado, líder do Partido Justicialista (PJ) e secretário-geral da União de Nações Sul-americanas (Unasul), enquanto acompanhava a gestão de sua esposa na Presidência da Argentina.

Depois da longa homenagem que começou às 11h da manhã (horário de Brasília) dessa quinta-feira, com a abertura ao público do funeral na Casa Rosada, o corpo do ex-presidente Néstor Kirchner foi enterrado no mausoléu da família no Cemitério Municipal de Río Gallegos, a 2.636 km ao sul de Buenos Aires. A presidente Cristina Kirchner, viúva de Nestor, esteve acompanhada dos dois filhos do casal, Máximo e Florencia, de familiares, amigos, políticos e autoridades, durante cerimônia íntima de sepultamento ocorrida na noite desta sexta-feira.

Com informações da BBC e da EFE.

Crédito: Terra

Em breve, curso de culinária argentina com chef Adriano Vasconcelos

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Chef Adriano Vasconcelos da revista eletrônica de Gastronomia Brasília de Dólmã

O Chef Adriano Vasconcelos ministrará no próximo mês curso de culinária argentina. A primeira Noche Porteña será no espaço gourmet do Bar do Mercado Municipal, com jantar, vinhos e atrações culturais.O blog Tango Candango trará novas informações. Acompanhem.


Tango poderá ser ensinado nas escolas primárias

Que delícia seria começar a dançar na escola? Pois é. Em Bell Ville já é possivel. Um projeto prevê que o tango seja ensinado nas escolas primárias. Tudo sobre a dança, música e tudo mais em dois dias. Fica apenas aqui a dúvida. Dois dias seriam suficiente para despertar a curiosidade dos menores?

Para quem assim como eu se perguntar onde fica Bell Ville aqui a resposta. Uma cidade localizada ao sudeste da província de Córdoba (Buenos Aires).

Crédito: Canal 2 BellVille

O que acharam?